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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Escultura em Baixo-Relevo

Além da arquitetura, a forma de arte predominante da Mesopotâmia era o baixo-relevo. Combinados com a escrita cuneiforme, em forma de cunha, os entalhes descrevem escrupulosamente, cena após cena, os feitos militares.

Escrita Cuneiforme

Outro tema predileto nos baixos-relevos era a coragem pessoal do rei durante as expedições de caça. Numa caçada típica, os criados incitavam os leões à fúria e depois os soltavam da jaula, para que o rei os matasse.

 

Atingido por uma das setas do rei, o sangue jorra da boca do leão. Veias destacam-se no seu rosto. Do ponto de vista moderno, é estranho pensar que o artista simpatizou com a morte do animal. No entanto, os leões simbolizavam tudo o que era hostil à civilização urbana.  As orelhas baixas e os músculos contraídos da figura transmitem a agonia da morte com um realismo convincente.

fonte: Strickland, Carol. A Arte Comentada, da Pré-História ao Pós Moderno.

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domingo, 29 de novembro de 2009

A Eterna Pirâmide

A forma da pirâmide é recorrente em diversas culturas através da história, sendo que muitas acreditavam que a própria forma tinha poderes mágicos. Monumentos como os zigurates da Mesopotâmia ou as pirâmides de lado plano do Egito dominavam a paisagem, criando um efeito tão impressionante quanto o trabalho exigido para construí-las.

                     Zigurate 

 

As pirâmides maias, na península de Iucatã, no México, e a pirâmide de vidro, de I. M. Pei, na entrada do Museu do Louvre, em Paris, são apenas dois exemplos da forma piramidal em diferentes épocas e culturas. Será mera coincidência as  pirâmides da Mesopotâmia,  berço da arquitetura, servirem como forma simbólica para os arquitetos do século XX?

 

Pirâmides de Gizé - Egito

 

Pirâmide de Vidro, de na entrada do Museu do Louvre, Paris, França

Strickland, Carol. Arte Comentada, da Pré-História ao Pós-Moderno.

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sábado, 28 de novembro de 2009

Os Primeiros Urbanistas

Usando o tijolo seco como bloco básico da construção, os mesopotâmicos planejaram cidades complexas ao redor do templo. Esses amplos complexos arquitetônicos incluíam não só um santuário fechado, mas também oficinas, armazéns e zonas residenciais. Pela primeira vez a vida era regularizada, com divisão do trabalho e ações coletivas,  como a defesa e os projetos de obras públicas.

 

 Muralhas de Nínive

O palácio de Sargão II, dominando Nínive, cobria mais de cem quilômetros quadrados,  continha mais de duzentos aposentos e jardins, uma bela sala do trono, haréns, áreas de serviço e da guarda. Situado num outeiro artificial de 15 metros de altura, o palácio ocupava cerca de 1.600 metros quadrados da cidade. Seu ponto mais alto era um zigurate (torre em forma de pirâmide), um grande templo de tijolos de sete andares de seis metros de altura cada um, e cada um pintado de uma cor diferente. A imensa altura dos zigurates refletia a crença de que os deuses habitavam as alturas. Foi destruído por volta de 600 a. C.

Representação Artística:  "Cidadela do Rei Sargão II

fonte: Strickland, Carol. Arte Comentada. Da Pré-História ao Pós Moderno.

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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O Berço do Mundo

Os Arquitetos

O rei Nabucodonosor se referiu à cidade da Babilônia como: "O berço do mundo". Essa primeira cidade foi o berço da arte e da arquitetura antigas, bem como o local dos Jardins Suspensos e da Torre de Babel.

Os autores bíblicos viam a magnífica Torre de Babel, de noventa metros de altura, como um emblema da arrogância humana tentando chegar ao céu. O historiador grego Heródoto descreveu-a como um amontoado de oito torres empilhadas, com 12o leões em cerâmica vitrificada vivamente colorida conduzindo a portões de metal maciço. Uma escada em espiral externa levava ao topo da torre, onde um santuário interno continha um sofá e uma mesa de ouro ricamente adornados. Os babilônios diziam que era a câmara em que seu deus dormia.

Torre de Babel 

fonte: Strickland, Carol. Arte Comentada, da Pré-História ao Pós-Moderno.

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